ENTREVISTA: BANDA BARON

Pra quem estava com saudades dos post sobre música e da Luly… EU VOLTEI! Reestreando a categoria nessa nossa nova fase e esperando trazer sempre o melhor e grandes novidades pra vocês.
Pra começarmos com o pé direito, chego com a primeira grande novidade: A primeira entrevista ao vivo do Disconcentra (aeeeee). E estreando as entrevistas, uma banda que já falamos por aqui: Banda Baron!
A banda vem com o lançamento do webclipe da música Vem Dançar, que estreia em 14 de março, e aproveita para contar desde seu inicio, sobre suas músicas, suas vidas e o que podemos esperar deles daqui pra frente.

De uma forma descontraída, o bate-papo foi realizado no Parque Zeca Malavazzi, em Paúlinia, com entrevista de Luly (euzinha), filmagem de Hels e fotografia de Cesar. Espero que gostem.

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DE ONDE SURGIU O NOME DA BANDA?
VINI: Então, o nome da banda... Bem no começo dela a gente pensou “Ah, como vamos colocar o nome da banda?”, mas a gente não conhecia muito, aí eu acabei procurando na internet. Eu achei um nome: Baron. Eu falei “Pô, esse nome é legal”, mandei pro Regis, ele gostou, foi mandando pra cada um e todos gostaram. Com isso, eu procurei num site, fui ver o significado do nome, então tipo, Baron é um Barão; em outro site tava Baron quer dizer lorde e outro site tava o significado de quem corre atrás do sonho e tal. Eu peguei e mandei pros moleques e eles gostaram e tal, mas faz muito tempo mesmo, bem no comecinho mesmo, aí ficou.

QUANTO TEMPO TEM A BANDA?
VINI: Na verdade a banda tem quatro anos, a Baron existe há quatro anos, mas a gente
começou mesmo agora.
BIEL: A gente ta lutando mesmo há um ano pra cá. Nosso primeiro showzão mesmo foi especialmente aqui no Zeca...
VINI: Nessa praça.
BIEL: Dia 23 de dezembro do ano retrasado (2012).

VOCÊS SE CONHECEM DA ESCOLA OU DE OUTRO LUGAR?
MARCOS: Nós três (Marcos, Régis e Biel), a gente se conhecem da escola.
BIEL: O Vini não cheguei a conhecer da escola, o Régis caiu na minha sala, o Marcos na outra sala e o Lalli eu conheci depois. Não faz muito tempo que eu conheci o Lalli, mas criamos um carinho bem forte por ele, assim, tá com a gente aí.

QUAIS SÃO AS INFLUÊNCIAS DE VOCÊS?
BIEL:
Bom, as nossas influências vai desde Charlie Brown Jr., que é mais skate/rock. A gente curte muito skate, curte muito rock, curte muito reggae também, curte muito O Rappa, S.O.J.A., então vai de Rebelution, que é essas essências que a gente está trazendo agora também, que a gente ouviu e bateu muito forte assim.

DE ONDE SURGIU A IDEIA PARA O WEBCLIPE QUE VAI SER LANÇADO MUITO EM BREVE?
VINI: A ideia foi a gente fazer um web com a participação do Nova Cena, com a ajuda do Thiago, e é um web que vai mostrar toda a história da Baron, desde o começo até hoje, como que está sendo...
BIEL: Desde o primeiro show, essas imagens que vocês vão conferir, e ainda com o Lucas, o antigo baixista, imagens com o Lalli também, considerando desde o começo do ano.
VINI: Então, foi meio que uma retrospectiva da banda, todos os shows, coisas que a gente vive, conhecer fã, o nosso dia a dia.

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E QUAL A INSPIRAÇÃO OU HISTÓRIA DESSA MÚSICA?
BIEL: Eu comecei a fazer esse som, a gente tava no meu prédio, tava de boa, sentado, violão, churrasquinho com a galera, e bem no final do churrasco a gente começou a tocar e surgiu logo o primeiro verso. Que é uma coisa que marca bastante, eu fiz o primeiro verso sobre os moleques da Baron, que são meus irmãos, um pouco da minha vida também, que é meio louco, correria e um pouco também da minha vida pessoal, como meu namoro, entendeu? Então essas três etapas, são as coisas mais importante pra mim e aí eu juntei tudo e vai sair esse som aí que vocês vão curtir muito. E vai pros fãs também, esse refrãozinho, vai pros fã.

PREVISÃO DE LANÇAMENTO DE EP OU CD?
BIEL: De EP, bom, a gente lançou Do Meu Lado e Vamos Viver com o Nova Cena. Essas duas faixas com o Nova Cena e esse single novo também, Vem Dançar, tá sendo gravado no Nova Cena, que inclusive entra com uma parceria muito forte, os caras mandam muito com a gravação. Quem tem banda independente, corre atrás dos caras que os caras representa ae. Lançamos Do Meu Lado, primeiro som do EP, Vamos Viver, que já veio mostrando bem a cara da banda, que é esse reggae-rock. Agora esse som novo, que é a terceira faixa do EP, é uma pegada nova, que muita galera vai curtir, que é uma pegada que tá pra surgir aí no Brasil, que a gente tá com forte influência. Inclusive teve a ajuda dos nossos parceiros da Maré, que a gente tá felizão de ter essa parceria e esperamos lançar mais três sons pra fechar esse EP aí com chave de ouro.

ALÉM DO DIÁRIO DE GRAVAÇÃO, COMO FOI O PROCESSO DE CRIAÇÃO E DE REALIZAÇÃO DA MÚSICA NOVA?
RÉGIS: Então, na hora que veio com a ideia do som, a galera aqui da banda colou lá em casa, a gente começou a fazer a métrica da música, “Ah, o baixo vai ser como?”, foi fazendo o arranjo em casa, uma pré-produção dela. Com o arranjo pronto, a gente levou tudo pro Nova Cena e lá a gente desenvolveu todo o processo de gravação.

QUAIS MUDANÇAS VOCÊS ESPERAM COM O NOVO WEBCLIPE?
BIEL: Pô, a gente tá ansiosão pro webclipe. A gente espera mais galera curtindo o nosso som, mais galera entendendo a mensagem que a gente tem pra passar, com muita garra, porque cada letra, cada coisa que eu passei pra essa música, é muito de alma mesmo e eu espero que geral se identifique com esse som. A gente tá felizão, pra mim foi a melhor música que eu já fiz e a gente tá muito feliz com o resultado que ta tendo. Principalmente do webclipe, tanto com ela gravada aí no Nova Cena.

VOCÊS SÃO UMA BANDA INDEPENDENTE. O CENÁRIO MUSICAL, NO BRASIL, PARA BANDAS COMO VOCÊS É REALMENTE DIFÍCIL. COMO VOCÊS LIDAM COM ISSO?
BIEL: Pô então, por ser independente a gente tem que ser mais correria e correr mais atrás, a gente tem que ta correndo atrás do nosso sonho e também estar fazendo um trabalho muito bom, porque hoje em dia quem tem uma gravadora, quem tem uma coisa própria que divulga o seu som e que patrocina que faz todos esses corres, é uma preocupação a menos que você tem. Agora, nos cinco da banda, além de tocar, de ta fazendo show, de ta gravando, a gente tem que ter a preocupação de onde a gente vai estar, de ta fazendo esses corres pra show, é muito complicado, mas a gente não desanima e é isso aí.
VINI: Fora que a gente gosta também, é o nosso trabalho, mas todo trabalho tem aquela luta. A gente gosta do que a gente faz, sempre todo mundo auto-astral, dando risada, então acaba sendo gostoso até pra banda.

TEM ALGUÉM COM QUEM VOCÊS GOSTARIAM DE FAZER UMA PARCERIA? VOCÊS COMENTARAM DA MARÉ, MAS E OUTRAS BANDAS?
LALLI: Nossa mano, banda parceira. Cara, é que eu curto umas bandas que não tem muito a ver com o som musical com o nosso, mas tem uma banda que eu acho que ficaria da hora mano, que eu curto bastante é Nx Zero. Cara, um sonho também, era poder tocar com Charlie Brown Jr., infelizmente não vai dar.
VINI: Aliados!
BIEL: Eu já piro mais no Sublime, quem sabe ai um dia, pô.
RÉGIS: O Rappa é minha pira velho.
MARCOS: Strike cara, eu tenho umas bandas aí que não cola com nóis.
LULY: Pô, pode falar, acho que o bom da música é que não tem muito essa barreira, dá pra misturar e sair uma coisa nova que ninguém espera, é uma das coisas que me faz gostar bastante de música.

COMO VOCÊS ESCOLHEM A SETLIST PARA OS SHOWS?
MARCOS: Vai de gosto de cada um sabe, cada um opina um pouco. Às vezes o Régis manda pra gente e fala “Eu to pensando nessa, nessa e nessa música”, e o Vini, o Biel ou até eu mesmo, o Lalli ainda não, porque ele entrou agora e ainda não teve essa chance, mas sempre que ele (Régis) opina assim, cada um dá a sua opinião e monta assim. A gente tá sempre junto assim decidindo esse negócio, a gente sempre prefere ta fazendo isso junto do que tipo, o Gabriel ir lá e falar “Vai ser isso aí e boa”, então a gente pega o que todo mundo curte.
LULY: Vocês conseguem fazer todo mundo levantar o astral, cantar, pular, é bem legal.
BIEL: A gente prepara pro pessoal mesmo.
VINI: A gente escolhe uma música que a gente gosta, mas pensa também bastante nas pessoas, se eles vão gostar. A gente pode conhecer uma música de uma banda que a gente curte pra caramba, mas o pessoal não vai conhecer muito, então a gente prefere tocar uma coisa que todo mundo curta, que faz o show ficar mais bonito tal, mas é música que a gente também curte pra caramba.

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VOCÊS SE DEFINEM DO GÊNERO REGGAE-ROCK. O PESSOAL AINDA CONFUNDE UM POUCO A IMAGEM QUE VOCÊS QUEREM PASSAR? POR EXEMPLO, NÃO “ACHAREM” A PEGADA REGGAE NA BATIDA FORTE DO ROCK?
RÉGIS: Então, agora a gente ta vindo com essa nova música que ela vai estar definindo mais o nosso estilo, ta mostrando o que a gente curte, o que a gente foi se encontrando com o passar do tempo.
BIEL: Mostra bem a cara da banda.

ESSE ANO VOCÊS VÃO PRA FACULDADE, PARABÉNS. QUE CURSOS VOCÊS VÃO FAZER?
LALLI: Então, eu faço Engenharia Química, né... Há dois anos, tem aí um ano que fazemos DP, mas to aí, vou continuar a faculdade, não vou parar, acho que estudo é a base de tudo, vou continuar. Eu gosto do que faço.
VINI: Esse ano ainda não vai rolar faculdade, vai rolar um cursinho aí, é isso.
BIEL: Engenharia Civil com meu parceiro Regitinho, infelizmente não de novo na mesma sala pra aguentar todo dia, mas engenharia civil aí.
RÉGIS: Engenharia Civil, também
MARCOS: Eu, se for fazer, se tudo der certo, Medicina na Unicamp, ano que vem.

COMO VAI FUNCIONAR A BANDA AGORA QUE NÃO ESTÃO MAIS NO COLÉGIO?
BIEL: Tipo assim, eu acho que até ajuda, porque antigamente a gente, pelo menos eu, o Marcos, o Régis e o Vini, no começo era sempre nós quatro junto e isso ficava até legal pelo pessoal olhar e “Pô, a molecada sempre junta, é banda”. E a gente divulgou muito bem o nosso som pela escola, então a galera que via sacava que a gente fazia um som, mas acho que isso não vai atrapalhar não. Porque cada um ‘tando em um lugar é uma forma de divulgação diferente, e é isso aí, cada vez somar.

COMO VOCÊS SE SENTIRAM COM A SAÍDA DO BAIXISTA DA BANDA?
VINI: Ah, quando ele decidiu sair mesmo, pra gente foi meio que um baque, a gente não esperava muito, mas entendemos, porque ele falou assim “Olha, quero seguir outros sonhos, quero realizar os meus sonhos...”, então a gente entendeu o lado dele, como se fosse qualquer outro integrante querendo realizar. Mas pra gente foi triste, querendo ou não a Baron também, como todas as outras bandas, é uma família. A gente passa momentos bons, ruins, tristes, então é um ajudando o outro e ele ajudou bastante a gente e tal, fez uma amizade. Mas hoje a amizade continua, a gente é amigo, a gente entendeu o lado dele, foi seguir outros sonhos, outros lugares. É triste, mas a gente também conheceu outro cara.
MARCOS: A gente ficou triste dele ter saído, mas ficou super feliz de ter encontrado um cara que é parceiro nosso aí.
BIEL: Isso aí, quando ele entrou, ele foi muito bem-vindo, ‘tendeu; abriu as portas de casa, a gente se tornou bem amigo, parceria mesmo; de qualquer coisa o cara tá lá do seu lado, tá fortalecendo, mas infelizmente saiu e faz parte da vida. Ele seguiu outros sonhos, a gente torce pra ele conseguir os objetivos dele, sabe, todos aqui respeitam. Mas é isso aí, a gente tá com um novo integrante agora e daqui pra frente é só pensar nisso e fazer nosso trabalho certinho.

PARA O NOVO INTEGRANTE: O QUE VOCÊ ESPERA PARA ESSA NOVA ETAPA DA SUA VIDA?
LALLI: Ah meu, pô, espero muito trabalho, hein? Vai ser trampo, mas o que eu falei pra ele e falei pros meninos, eu to cento e dez por cento disponível. Se precisar ensaiar de madrugada que, por exemplo, eu trabalho e estudo, se precisar ensaiar de madrugada, eu topo, vamo lá, passar as músicas... O Régis ta me ajudando pra caramba, porque eu tava há muito tempo parado, né. Aí eles me chamaram e veio a oportunidade. Eu encontrei eles no shopping lá e falou assim “Mano, nóis quer que cê corra com a gente”, aí eu falei assim “Oloco, mano 'cêis tão falando sério tipo... Mas e o Lucão”, “Então mano, o Lucão disse que queria conversar com a gente e tal, e ele disse que já tava sentindo que ele ia se afastar”, assim, e eu “Ah não sei, desculpa mano, eu to meio parado. Assim, enferrujado não sei se vou dá conta”, “Não mano, é, a gente ajuda, a gente vai lá, faz os corre tudo junto”. Isso aí, não tem nem como agradecer... O Régis mano, nossa o Régis ta me ajudando pra caramba...

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DÁ PARA CONCILIAR CARREIRA E RELACIONAMENTOS?
BIEL: Eu acho que dá, tranquilo. Tem que saber separar o pessoal do profissional, inclusive a Alinne, namorada do Marcos, e a Laísa, que é minha namorada, elas tiram foto, ajudam, ta sempre ali do lado, carne e unha. Quando falta aquele incentivo a mais, como profissional eu sei que tem os moleques, mas sempre que você chega em casa, que você ta meio desanimado, o que falta a pessoa vai lá e te fala, te anima, coloca pra cima, então acho que isso é bem importante pra gente e eu acho que isso não atrapalha não, só fortalece cada vez mais, porque a família só aumenta.
MARCOS: E as minas correm junto também, né mano, tão sempre do lado, trabalham com a gente.
BIEL: Inclusive, o Régis tem várias namoradas e não tem nenhum problema.
MARCOS: O Régis é de todas.

O QUE VOCÊS ACHAM DOS FÃS DE VOCÊS?
VINI: Acho que é incrível sabe, a gente ta em cima do palco, ta fazendo o que gosta, que é música, trabalhando com música, mas ver o povo ali embaixo curtindo, pulando, gritando, cantando...
MARCOS: Nossas músicas, né mano...
VINI: Cantando com a gente, eu acho que pra gente, se fosse pra tocar anos e anos aí, de graça, não ganhando nada, mas só pra ver a alegria do povo curtindo a nossa música, pra mim, já to satisfeito e é uma baita conquista. Conquistar as pessoas, saber do povo “Ou, ouvi sua banda, gostei muito”.
BIEL: Curte a gente pelo som que faz.
MARCOS: Descer do palco e a galera vem cumprimenta nóis e fala, “Pô, o show de vocês é muito bom...”.
BIEL: Isso aí, é a gasolina pra gente continuar.
VINI: Querendo ou não, é um ramo bem difícil, é muito concorrido tal, mas tem hora que a gente pensa “Pô, será que é isso mesmo?”. Tem hora que dá um desanimo, mas chega os fãs, aumenta em dobro, então “Não, é isso que a gente gosta”. É maravilhoso.
RÉGIS: Essencial, né mano.

O QUE PODEMOS ESPERAR PARA OS SHOWS DESTE ANO?
MARCOS: Muita evolução, velho.
RÉGIS: Vai mudar muita coisa, vocês vão ver. Nosso primeiro show vai ser em Março, e quem colar no nosso show vai ver algumas mudanças, vai ter muita surpresa pra galera.
BIEL: Single novo também.
VINI: Vai ser muito mais trabalho de 2013 dando resultado em 2014, nosso trabalho esse ano vai ser bem mais elaborado.

POR ACASO EXISTE UMA “BARON’S HOUSE”? TIPO, ALGUMA RESIDÊCIA QUE VOCÊS DIVIDEM?
BIEL: Tinha antigamente, quando a gente ia muito no Lucas, que todo show a gente chegava, dormia, se acomodava, todo ensaio a gente chegava e se reunia pra tanto tocar, tanto pra curtir, mas hoje como são os cinco aqui e os cinco sabe que ta na casa de qualquer um e é isso ai.
LULY: Então temos cinco Baron’s House?
TODOS: É, isso aí.
VINI: Todos tem cinco mães, cinco pais...
MARCOS: A família multiplica por cinco...
LULY: A bronca também é multiplicada por cinco?
TODOS: Não...
MARCOS: As broncas é individual.
VINI: Se é a minha mãe, a bronca de todos vem pra mim, se é a mãe dele, a bronca de todos vai pra ele.
LULY: Então a bronca é pra um vezes cinco?
TODOS: Isso...
MARCOS: Às vezes é sete, que vem a galerinha que vem junto...

TODOS VOCÊS ANDAM DE SKATE?
VINI: A gente gosta.
MARCOS: A gente tenta.
BIEL: É alguns tentam.
LALLI: Como eu tava dizendo, ficar em pé conta?
LULY: Fica em pé e andar numa linha reta, conta.
MARCOS: Então todo mundo anda.
LALLI: Esse bang de pula calçada, fazê manobra aí num dá.
VINI: O skate é um esporte que a gente admira muito, gosta. O Biel ele anda bem, o Marcos anda de Long, eu gosto também de andar de Long.
LULY: E essa seria a parte lazer da banda?
MARCOS: Lazer e estilo também, a gente segue bastante o estilo.
BIEL: Estilo de vida mesmo.

Depois de uma entrevista que nos deixa sabendo um pouco de tudo sobre a banda, estreamos mais uma novidade com a Baron: a sessão “A Zoera Nunca Acaba”. É uma novidade que trazemos para descontrair e rirmos, e com eles não podia ser diferente: os meninos não escaparam e caíram na risada, pra poder conferir essa brincadeira, assista ao vídeo e divirta-se!


Eu to muito feliz por mais essa conquista do blog. Agradeço imensamente aos meninos da Banda Baron por toparem, foi super divertido e com certeza que mais oportunidades dessas apareceram sempre, a parceria que se cria aqui é longa. Muito sucesso nessa nova fase, cada dia venham mais e mais conquistas porque vocês merecem muito!

Pra quem gostou, comente com os amigos, curtam nossa fan page no Facebook, siga no Twitter e use a hastag #BandaBaronNoDisconcentra. Foi muito bom voltar pro blog, estava com saudades!
ATÉ MAIS!
— LULY

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