SHOW: THE 8123 TOUR, THE MAINE

Salve, Disconcentrados! Hoje o post será meio diferente... Por quê? Bem, hoje é o dia da Hels fazer a matéria pra vocês, trazendo a visão dela sobre o show da banda americana The Maine, que ocorreu em São Paulo no último sábado (03/05)! Alguém aí conhece os caras? Não? Bem, a Hels vai mostrá-los a vocês!
Assumindo o post de hoje, eu (Hels) trago a vocês uma das bandas que mais admiro! Os caras são de Phoenix, Arizona, e – apesar de não ser uma banda “gritante” na mídia brasileira – são muito bem conhecidos e recepcionados no nosso país. O Brasil tem uma das maiores fanbases dos caras no mundo e eles definitivamente já se sentem em casa por aqui.

Formada por cinco integrantes – em ordem na foto: Jared Monaco (guitarra), Garrett Nickelsen (baixo), Pat Kirch (bateria), John Ohh (vocal) e Kennedy Brock (guitarra, back vocal) –, a The Maine veio para o Brasil pela primeira vez em Dezembro de 2011, depois de uns bons anos de trabalho de divulgação das fãs, street team e fã-clubes pelos caras. No ano de 2012 eles voltaram e gravaram um DVD ao vivo no show de São Paulo... Digno, não?

Depois de quase dois anos sem vermos as carinhas dos meninos, no início deste ano eles anunciaram que a tour que fizeram no ano passado – The 8123 Tour – estaria vindo ao Brasil. Se não bastasse a ótima notícia, a produtora que os trouxe dera uma oportunidade única: os que comprassem os ingressos dos shows na primeira semana de vendas ganhariam – gratuitamente – um Meet & Greet com a banda. Segundo os Maines, eles vieram duas vezes ao nosso país e nunca haviam tido a oportunidade de conhecer o máximo de fãs que eles podiam, portanto – desta vez – eles queriam ver quantas fãs pudessem. No lema deles, não tem sentido pagar por um M&G a parte quando você já compra os ingressos dos shows apenas para assisti-los ou compra os CDs, o que apenas prova como os caras – mesmo com sete anos de banda e conhecidos mundialmente – são humildes pra caramba, a ponto de querer dar um abraço em cada fã que tivesse comprado o ingresso na primeira semana.

Dado essa básica introdução para todos se situarem, vamos partir para o show? Então vamos!


Previsto para começar a ter a entrada às 14:30 por conta do M&G, o Carioca Club tinha uma fila imensa de rodar a quadra (e mais um pouco), com vários fãs da banda esperando para entrar. Taí uma coisa que senti falta dos anos em que chegava horas e horas antes do show apenas para sentar em uma calçada e ficar brisando, cantando e conversando com minhas amigas. Apesar das saudades, não foi tão legal quanto me lembro... Talvez seja porque eu realmente gosto mais da ideia de “chegar na hora” e entrar. Não sou muito mais afim de “preciso pegar grade” e algo me diz que o show da The Maine de 2011 me fez pensar assim. Vamos dizer que eu quase perdi minhas pernas, não é exatamente um fato divertido apesar de ter sido um dos melhores shows da minha vida.

Independentemente do horário que estipularam, os fãs começaram a entrar para ver os caras quando era umas 15:45 – se julgar pelo momento que a fila começou a andar. Até eu entrar, honestamente, era mais de 16:30.


Como já era previsto, o M&G fora jogo rápido: 10 fãs entram para tirar uma foto com a banda e – se você não fosse rápido – não daria pra cumprimentar a banda. Consegui ficar do Kennedy na foto (sou a de camisa jeans, legging e coturnos) e a minha amiga que me acompanhou ficou em frente ao John (ela é a de bolsa rosa e all star bem no centro da foto), o que já foi válido para nós duas! Apesar da completa falta de educação dos seguranças – que estavam quase puxando as fãs para longe – fui bem rápida para conseguir abraçar cada um deles... Até a ponto de gritar pra chamar o Garrett, que estava virado pro outro lado na hora que cheguei perto, e ele me cumprimentou de prontidão, haha!

Essa não foi a primeira vez que “vi” eles tão perto. Na realidade, digo que The Maine é tipo amuleto da sorte: quando eu vou a um show deles, acabo conseguindo vê-los e trocar umas palavras. Em 2011, os conheci em São Paulo, e em 2012, tive a chance de vê-los em Dublin (Irlanda). Já sabia o quão simpáticos e fofos eles são, por isso não me decepcionei tanto com a correria do M&G, eles realmente queriam ver todos que pudessem.

Ah! E de brinde, claramente, cada fã que tirara foto com eles ganhou um pôster exclusivo e autografado. O meu já está guardado a sete chaves, nova peça na minha pequena coleção de coisas favoritas.

 

Às 18:30 começou a abertura do show, que ficou por conta do lindíssimo do Nick Santino, também conhecido como ex-vocalista da A Rocket To The Moon. Depois de a banda se separar, Nick seguiu solo e fora essa sua nova “versão” que vimos. O Carioca Club estava entupido de gente – boatos que venderam mais ingressos do que a capacidade permite, mas não tem como sabermos disso com certeza além do fato que estava tudo muito apertado –, mas não era pra menos, afinal o show de 03 de Maio estava ESGOTADO.

Durante a abertura, Nick ainda contou com os principais da noite para serem sua “banda”, que o acompanharam no palco por duas músicas no seu rápido show. E, além disso, para a felicidade das fãs ou admiradoras de ARTTM, Nick cantou a famosa música Baby Blue Eyes, que ganhou um lindo coro da plateia.

Já eram quase 19:30 quando a The Maine propriamente dita invadira o palco, causando gritos dos fãs e abrindo o show com a música Run e milhares de papeis brilhantes sendo jogados no ar pelos cantos do palco. Apesar de todo o repertório ter várias músicas do último álbum de estúdio da banda, Forever Halloween, houve várias músicas dos álbuns anteriores para a felicidade geral.


Dentre as músicas antigas, as que receberam destaque foram Right Girl, I Must Be Dreaming, Inside of You, Into Your Arms e Growing Up. Fora a primeira vez depois de dois anos que eu cheguei a perder minha voz logo no final do show, por estar cantando aos gritos.

Uma das minhas músicas favoritas durante o show foi, definitivamente, Growing Up. Eles tocaram a “nova versão”, cujo refrão lembra muito um rock anos 70/80. Mas as outras não ficaram muito longe. Todo o show foi fantástico, todas as músicas foram cantadas pelas fãs, fazendo os artistas sorrirem como bobos no palco. Além das músicas já conhecidas, a banda tocou a música Ugly, que para eles já não era mais tão nova – por terem tocado em outros shows –, mas no Brasil era.

Durante todo o show houve uma interação emocionante das fãs com os integrantes da banda. Num coro puxado de “lindo, tesão, bonito e gostosão” direcionado a John, ele respondeu com “Thank you, you beautiful motherfuckers!” e uma risada quase constrangida. Kennedy, por outro lado, não perdera a chance de soltar palavras em Português – como já era de se esperar –, dizendo “Oi” ou “Eu te amo”. Há dois anos, ele estaria cantando “Ai se eu te pego”, se bem me lembro.


Jared sempre fora sério e quieto – apesar de ser um dos membros mais fofos e atenciosos do grupo – e Pat, por estar na bateria, também não falou muito. Garrett, no entanto, é aquele baixista que se destaca dentre tantos outros. Dizia a Luiza que “baixistas sempre são mais na deles”, mas é porque ela definitivamente não viu a criança hiperativa que Garrett Nickelsen é, andando e saltitando de um lado para o outro e sendo quase IMPOSSÍVEL de tirar fotos. Garry, ainda, surtou bastante em como a plateia estava animada, gritando “OH MY GOD, YOU’RE FUCKING BEAUTIFUL!” e depois comparando o show do dia anterior (que fora no Rio de Janeiro) com o que estava acontecendo. Dentre as aleatoriedades de Nickelsen, ele até mesmo penou um boné: ia jogar longe na multidão e acertou uma das luzes, ficando preso ali, palmas.

Para não dizer que tudo foram flores, o ponto fraco do show fora a iluminação. Dificultou bastante para tirar fotos – fazendo-me até mesmo desistir e deixar por conta da minha amiga. Mas de resto, a XLive Music está de parabéns pelo trabalho de trazer esses bonitos até aqui novamente! Porém os seguranças escolhidos para lidar com o M&G poderiam ser menos grosseiros, HÁ!


Não é novidade que os shows dos caras aqui no nosso país são fantásticos. E também não me arrependo de vê-los todas as vezes que eu tiver a oportunidade: sei que nunca vou me decepcionar. The Maine é uma banda que eu sinto orgulho e que fez parte da minha adolescência, então é de se esperar que me emocione muito com eles.

Quem nunca teve a oportunidade de vê-los, fica aí a dica de – quem sabe – nos encontrarmos num próximo show? Se você quiser conferir a setlist que eles tocaram, clique aqui e confira a seleção das músicas! Agora, caso queiram sentir um gostinho do show, das vozes das fãs em coro, assista à playlist abaixo.


Agradecimentos especiais a Mariana de Moura, do Books & Bitz, que além de amiga e companheira de shows internacionais, me hospedara em São Paulo pelo final de semana e me deixou usar suas fotos e vídeos. Obrigada a The Maine pela foto do Meet & Greet e por sempre me impressionarem com o carisma, abraços fortes e sorrisos que demonstram a real felicidade de vocês. Para finalizar, deixo aqui a fala de John Ohh, no final do show:


“Não existem palavras pra expressar o amor e a gratidão que nós sentimos por vocês. Nós agradecemos do fundo dos nossos corações por nos trazerem mais uma vez a esse lugar maravilhoso! Cuidem um dos outros, mas, principalmente, cuidem de si mesmos! E comportem-se... Só se vocês quiserem! Nós amamos vocês.”

Fico por aqui e espero que tenham gostado do meu “primeiro” post sobre shows, haha. É o primeiro, mas não o último. Caso queiram visualizar as fotos em melhor qualidade, cheque o álbum na nossa fanpage! E não se preocupem, a Luly ainda vai aparecer com o post sobre o show da Maré no Hangar 110, do mês passado, em breve!

ATÉ MAIS!
— HELS

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