11 março 2025

Livros: A playlist

11 março 2025

Seguindo na meta do ano de ler um livro por mês, logo no começo de fevereiro o escolhido foi o livro A Playlist, que chegou na minha estante em dezembro do ano passado e eu estava ansiosa pra ler. Eu sou o tipo de pessoa que julga o livro pela capa, ela tem que me conquistar pra me fazer pegar o livro e entender um pouco mais sobre a história, mas com esse livro foi diferente quem me conquistou foi o título. Como uma pessoa que ama música e sempre está montando uma playlist diferente acreditei que precisava ler essa história

A Playlist conta a história da Emery Taylor, uma mãe solo que faz de tudo para cuidar da pequena Reese e da casa. A jovem é fã da dupla Alex & Oliver, uma dupla de R&B de muito sucesso que está lançando o terceiro álbum da carreira quando uma fatalidade acontece. Emery e Oliver se conhecem em uma difícil noite em um bar e o grande sonho de conhecer seu ídolo acaba sendo uma experiência peculiar, mas que abre portas para um possível amor. 

Como uma amante de boas histórias de fã e seus ídolos, é claro que essa me pegou de jeito. A forma como a autora Brittainy Cherry escreveu, a construção desses personagens, com suas forças e fraquezas, colocando eles em uma perspectiva bem humana, para além dos holofotes. Eu sou fã de romances e nesse vai lendo, acompanhando eles se apaixonando aos poucos, nos detalhes, fica até dificil de largar o livro. 

Além dos personagens principais, trago em destaque três personagens que roubaram meu coração (até mais que Emery e Oliver): a pequena e doce Menina Reese, a Dra. Preston ou Abigail pros intimos e a mami Michelle. A Reese é uma criança de 5 anos, a filha da Emery e uma personagem sincera, fofa e adorável, que faz todos se apaixonarem por ela e cria uma relação unica com Oliver, queria ser amiga dela. 


A Abigail é uma psicóloga aposentada e vizinha da Emery, que se tornou o apoio principal da garota. Ela tem falas super pertinentes na história e que faz você pensar e refletir. Ela se torna uma guia, que ajuda os personagens a se encontrarem com eles mesmos e enfrentando os seus medos com delicadeza, cuidado e atenção. Já Michelle é a mãe de Oliver, a força da família, que trás palavras maternais e carinhosas aos personagens principais. Me chamou a atenção a força e o jeito acolhedor dela impresso nas falas e na sua própria história. 

Nas 348 páginas desse romance, algumas delas são de duas cenas picantes, que particularmente senti que poderiam ter sido melhor encaixadas na história, principalmente a segunda cena. Essa segunda cena me pega em uma segunda problemática, o fato deles estarem preocupados com ter ou não ter a camisinha apenas para não engravidar e sabemos que não é bem assim. As DSTs estão por aí e eu sou defensora da ideia da importância de livros com cenas de sexo enfatizarem a importância desse cuidado. Tem artigos na internet de autores que falam até mais detalhadamente sobre o tema e eu recomendo a leitura. E eu não senti que elas trouxeram um a mais na história, elas só confirmam o que páginas antes: eles estão mais do que apaixonados, eles estão amando.


 Eu me encantei pelo casal, pela Reese e fui surpreendida em alguns plots da história que eu recomendo que você lei, porque eu não quero te dar spolier. Ah! E uma coisa que eu senti falta, e agora eu estou falando com a Editora Record, o livro menciona uma lista de músicas ao longo do texto e poderiam ter feito uma página no final com essa playlist todinha por lá, como já vi em outros livros por aí. A Playlist teve a tradução feita pela Carolina Simmer e foi lançado em 2024 e chegou no Brasil pela editora Record. 

Nota: ⭐️⭐️⭐️⭐️

Ficha Técnica: 
Título: A Playlist (Compre Aqui
Autora: Brittainy Cherry
Tradução: Carolina Simmer
Ano de publicação: 2024
Editora: Record
Número de Edição: 1ª Edição
Páginas: 348

Esse livro foi a escolha de Fevereiro e eu devorei ele e logo eu venho com a leitura de março que está mexendo com a minha cabeça, mas isso é historia para outro post. 

17 fevereiro 2025

LIVROS: Sal e Açúcar

17 fevereiro 2025
No ano passado (2024) eu li muito menos do que eu gostaria, então, para esse ano eu coloquei uma meta: Ler ao menos um livro por mês. A ideia é conseguir mais do que isso, afinal minha lista de livros que eu montei nas primeiras semanas de Janeiro tinha 20 livros, agora, já em fevereiro, tenho mais alguns titulos que gostaria de acrescentar. Por hoje começo com Sal e Açucar, a minha leitura de Janeiro. 


Como pode um livro te dar água na boca, fazer você sentir cheiros e ficar com fome? Posso dizer que Sal e Açucar da Rebecca Carvalho me conquistou pela barriga. A história ao estilo queijo com goiabada, ou melhor dizendo, Romeu e Julieta se passa em Olinda numa época de festividades de São João - dos preparativos à festança - onde duas familias rivais lutam para salvar suas padarias de uma grande rede de supermercados que esta roubando turistas e clientes e acabando com o bairro em que moram. 

Lari Ramires, bisneta da fundadora da padaria Sal, esta no último ano do colegio e lidando com a pressão de decidir o que fazer na faculdade, está aprendendo a lidar com o luto e defender sua casa e padaria do mercado que vem fechando os comércios do bairro. Atravessando a rua, do outro lado da calçada, está a padaria Açúcar, da familia Molina, onde Pedro também trava a batalha de salvar seu espaço e tocar os negócios da família. A inimizade das familias é de longa data quando suas bisavós passaram a brigar por conta de uma receita e com um pouco - talvez não tão pouco assim - de discussão, decidiram que os Ramires produziriam comidas SALgadas e os Molinas as comidas AÇUCARadas. 

A briga das famílias foi passando de geração em geração, incluvise entre Larissa e Pedro, que acabam levando parte dessa confusão para a escola. Em uma aula de matematica, tão exato como 2+2 são 4, os dois acabam discutindo e a professora faz uma oferta: se os dois conseguirem trabalhar em grupo, junto com os outros alunos, todos conquistam um ponto extra na disciplina. Porém,  num primeiro momento, nem pontos extras e um bem maior para outros que precisavam dessa ajuda nas notas, consegue fazer que Ramires e Molina trabalhem juntos. 

Os bons professores são aqueles que sabem enxergar seus alunos, não é mesmo?! Em um pedido de segunda chance de Lari, a professora Carla lhe deu uma oportunidade de participar do clube de culinária, afinal, é de se esperar que a quarta geração de uma familia de padeiras saiba cozinhar muito bem e tenha paixão por panelas, fogão, forno e ingredientes se misturando e formando deliciosas comidas. Lari prontamente aceita a oportunidade, pensando em seus colegas. Porém ela guarda um segredo: ela não sabe cozinhar! Como sua mãe constantemente a lembrava, ela seria a primeira Ramires a entrar na faculdade e fazer economia, por isso sua atenção não deveria estar focada nas panelas e medidas de ingredientes e sim nos estudos. Do outro lado da bancada, Pedro Molina era o presidente do grupo de culinaria e era exigente na sua cozinha, não aceitando menos do que perfeito para as receitas. Esse encontro de Ramires e Molina é a receita certa para uma comedia romântica observada de perto por PC, Cintia e Victor que dividem a cozinha do clube e estão dispostos a ajudar e apoiar os amigos. 


Dai pra frente a história vai se entrelaçando e os jovens rivais precisam aprender a lidar com as brigas das familias, mentiras e o grande mercado. A história ainda nos presenteia com outros personagens cativantes, feiras de rua, São João nas ruas de Olinda e sabores. Eu fiz algumas marcações no meu livro com as receitas e combinações de ingredientes que Rebecca coloca na historia e estou doida pra ir para a minha cozinha testar, principalmente a receita final (que você vai ter que ler o livro pra descobrir, se não vou acabar te dando um super spolier) 

Preciso destacar a escrita maravilhosa, fluida e detalhada da Rebecca Carvalho, que me fez imaginar cada espacinho da narrativa. Sal e Açúcar, tambem ganhou meu coração por se passar em Olinda, me fez querer pegar o primeiro avião e ir visitar as ruas decoradas com as bandeirinhas de São João, pegar um pastel na feira e ir de bicicleta até a praia e tomar uma água de coco. 

Esse é um livro que fala sobre familia, amizade, comunidade, sonhos e amor, sobre cuidar dos seus e proteje-los, mas também sobre se colocar em primeiro lugar. A relação da Lari e família e como vai se transformando, como ela vai amadurecendo conforme vai conhecendo mais sobre o passado e sobre como ela acaba mergulhando na cozinha e entrando num processo de autoconhecimento e um dos pontos centrais do livro, abrindo espaço para reflexão sobre o quanto cedemos para agradar e como é importante a gente ouvir mais o nosso coração. 

Preciso destacar aqui uma personagem super fofa que roubou meu coração, a Amandinha. No meio da historia Lari volta a ONG Vozes para levar alguns pratos que o clube de culinária preparou e eles encontram a pequena Amandinha, uma garota que sente falta da mãe- que esta no trabalho - e se fecha para os voluntários e depois de uma conversa com os integrantes do clube, se sente acolhida, experimenta a comida que parece ter sido feita por uma neta de mãos de fada e cria uma bela amizade com Pedro e Lari. 


Dentro das 376 paginas, a autora recifence faz uma receita perfeita, misturando inimigos que se apaixonam, rivalidade a la Romeu e Julieta, regionalidade,  vizinhos curiosos e amigos, comidas gostosas e uma boa dose de emoção - teve partes que me encheram os olhos d'água - em excelentes proporções. Sal e Açucar teve um bônus pra mim, uma capa belissima adaptada do design original de Andressa Meissner que tem elementos da rua de paralelepipedo, bandeirinhas e balão remetendo a festividade, as padarias, o girassol que e um detalhe especial na historia, as cores das casas da rua e os dois personagens principais. Mais um detalhe da diagramação que eu achei de uma delicadeza é que na parte superior das páginas tem um saleiro e um saco de açúcar, além da paginação, nome da autora e da história. 

Apesar da autora ser brasileira e do livro se passar em Pernanbuco, ele teve a sua publicação original em 2022 pela editora Inkyard Press - que tem foco em Young Adults contemporâneos - sediada em Toronto no Canadá e chega ao Brasil em 2024 pela editora Galera Record. Ele chegou na minha estante de livros em dezembro, super bem recomendado por uma amiga que me garantiu que era uma historia que tinha um sabor, um molho e ela estava (literalmente) certa. 

Nota: ⭐️⭐️⭐️⭐️⭐️


Ficha Técnica: 
Título: Sal e Açúcar (Compre aqui
Autora: Rebecca Carvalho
Tradução: Fernanda Castro
Ano de publicação: 2024
Editora:Galera Record
Número de Edição: 3ª Edição 
Páginas: 376

Esse livro foi uma escolha muito acertada para abrir a temporada de leituras do meu ano, deu aquele gostinho de quero mais que ja esta me fazendo devorar o livro de fevereiro, mas isso é historia para outro post. 

03 fevereiro 2025

Apostas João Rock 2025

03 fevereiro 2025
Mais um ano de apostas por aqui, já tem video da lista no Instagram, uma conversa no YouTube (aliás, primeiro video do ano, já posso dizer que: VOLTAMOS!) e vim deixar aqui registrado a lista dos artistas que eu aposto que vão estar no João Rock 2025 e que se não estiverem nessa edição fica a dica pro evento me convidar pra ajudar na curadoria do ano que vem. 



O Festival João Rock acontece em Ribeirão Preto, interior de São Paulo, desde 2002 e já ultrapassou as 20 edições, somando mais de 40 artistas em seu line up. Com uma proposta de valorizar a musica nacional o João Rock, os 4 palcos do festival abraçam alguns estilos musicais como o Rock, Rap, Reggae, Trap e outros, levando artistas clássico e novos aos palcos para um grande público em cerca de 14 horas de evento. Seja no palco João Rock, que é o principal e funciona num esquema de dois palcos em um, no palco Brasil que vem valorizando as lendas da musica, no Fortalecendo a Cena que apresenta os artistas novos e em que vem crescendo ou no palco Aquarela que é exclusivo das vozes femininas, quem vai para Ribeirão Preto encontra musica boa, um clima gosto e um tanto de terra vermelha.

Cresci ouvindo os artistas que eu gostava indo no evento e em 2022 fiz a "minha estreia" na plateia do evento e desde de então não perco uma edição. Uma das minhas coisas favoritas é que acontece a pré venda com um valor mais barato dos ingressos e um Line Up as cegas, você confia que o João Rock vai te entregar um grupo de artistas incríveis e eles sempre acertam. É aqui daqui que vem minhas apostas! A pré-venda foi um sucesso e já se esgotou, amanhã (03/02) o festival libera o Line Up oficial e antes da lista oficial sair, está aqui os artistas que eu acredito que são a cara do evento e eu gostaria muito de ver: 

Palco João Rock: 
Vitor Kley
Big Up
Lagum
Natiruts
Di Ferrero 
Forfun
Rael + Mano Brown 
Os Garotin
Fresno 

Palco Brasil: 
Lulu Santos 
Banda Irá! 
Blitz
Biquíni 
Caetano e Bethânia 

Palco Aquarela: 
Anavitória
Marisa Monte
Liniker
Vanessa da Mata
Carol Biazin 

Fortalecendo a Cena: 
NDK
O Grilo
Supercombo 

Antes da gente continuar eu preparei uma playlist com músicas dos artistas que estão aqui nessa lista e tem mais de 3 horas e meia de música para você aproveitar. 
 

Agora a pergunta que não quer calar: Você assistiria um festival com esse Line Up que eu montei? Deixa aqui nos comentários e fica de olho nas nossas redes sociais e YouTube que conteúdos de música por aqui não faltam. 

Até a próxima
Luiza Melo


25 janeiro 2025

É a vez do plano A

25 janeiro 2025
Já perdi as contas de quantas vezes falei pra mim mesma "coragem garota, é só fazer. Você sabe como fazer..." e eu me pego olhando por horas pra tela, proscrastinando de diferentes formas (aquela roladinha no feed do Instagram que viram horas ou uma rápida partida naquele jogo do celular, que vira bem mais de uma. É, você não tá sozinho nessa), o cursor piscando na página branca pronta pra receber um rascunho de palavras que ecoam na minha cabeça, mas não são despejadas ali. Tô falando da escrita, mas podemos ampliar isso para outras habilidades que também cabem nesse espaço virtual que a tantos anos chamo de meu.


O último ano (2024) foi complicado, desafiador, transformador e importante pra mim. Eu vivi muito. Vi a minha banda favorita encerrar oficialmente em uma tour linda que vi 5 shows, fui a 46 shows, abracei meus artistas favoritos (mais de uma vez e sou infinitamente grata por isso), me formei na minha segunda graduação e foi na UNICAMP, trabalhei em um festival que eu amo, casei uma das minhas melhores amigas, fiz amigas muito especiais, viajei, me conectei mais ainda com as minhas irmãs e tudo isso ficou registrado nas minhas redes sociais e o tanto que fui feliz e agradecida por viver cada momento, mas não é só sorrisos a vida, né?! 

Tive um burnout. O peso de tudo que cabe dentro dessa palavra, bagunçou bastante quem eu sou. Eu me perdi, não sabia dizer quem eu era, no que era boa e quem eu era além do meu trabalho. Sem perceber muitas coisas foram perdendo a graça e quando eu fui parada (obrigada Dr.), forçada a olhar com carinho pra mim mesma, percebi ter perdido a conexão com o que me faz feliz, com quem sou e meu propósito. E o que fazemos quando perdemos algo? Eu -geralmente prometo alguns pulinhos pra São Longuinho e - começo a procurar. E foi o que eu fiz, foquei em me encontrar. 

Vou ser bem honesta com vocês, como é difícil! Não é que nem quando um pé da sua meia resolve ir pra Nárnia e você tem que revirar seu quarto pra procurar... É um pouco mais profundo. Eu me coloquei a redescobrir o que eu amo. Parecia que estava conhecendo uma pessoa a primeira vez. Fiz listinha desde quais são as minhas cores favoritas (porque o meu mundo, que normalmente é beeeem colorido, se tornou preto, branco e cinza), meus livros e filmes favoritos, reassiti o que eu me lembrava que me fazia feliz e tentei novas opções também. Isso valeu também pra música, moda, conteúdos que eu consumia, foi como ter um encontro com alguém novo. Dentre essas coisas, eu resolvi focar em um pilar que defini muito o que eu sou (e eu ouvi que eu não era tanto assim e isso mexeu muito comigo), a minha criatividade. Escrevi, desenhei, costurei, pintei, inventei, bordei, fiz crochê, fotografei... entrei numa forte onda dos trabakhos manuais e me lembrei de algo muito importante: Eu SOU criativa. 

Isso se valeu para muitas das coisas que me fazem ser quem sou. Não foi sozinha que fiz isso, tive um apoio da minha família, dos meus amigos e comecei a terapia. Façam terapia! E numa, entre várias sessões semanais, um tanto já me encontrada, cheguei a uma reflexão: eu fui pro plano B, C, D.... eu deixei o plano A de lado! Por medo, por oportunidades, pelo momento, eu fui aos poucos desviando de quem eu queria ser e o que queria fazer. E quase como uma luz divina vinda dos céus, eu encontrei quem eu estava procurando (tá, ainda faltam alguns pontos serem acertados e algumas coisas serem colocadas no lugar, mas num geral, encontrei o pé de meia que tinha sumido). Eu acredito em Deus, numa força divina que conversa com o nosso mundo e cada um sabe, dentro de si, como ouvir. Eu, já mais encontrada e numa crescente de melhora do meu quadro, fui "bombardeada" com vídeos, textos, mensagens e conversas que seguiam a mesma ideia: 

Se um sonho está no seu coração e mesmo que você deixe de lado, ele sempre volta com força, talvez, os céus estejam te indicando o seu caminho. Na dúvida: siga o seu coração. 


E aqui chegamos no ponto central desse texto: esse cantinho na vasta Internet foi idealizado por mim e uma amiga lá em 2013 e nunca saiu do meu coração. Por diversas vezes eu estive aqui e precisei me afastar, mas o Disconcentra é o que faz sentido pra mim. Tem muito de quem sou, do que gosto e eu quero tentar. Seja com os textos, com fotos ou vídeos, eu quero tentar, mas tentar pra valer, porque como muitos que me conhecem dizem "você (eu, no caso)
nasceu pra isso!". Eu sei fazer isso, eu estudei muito pra estar onde estou e se você acha que me arrependo dos outros caminhos, quero deixar claro que não, eles me deram bagagem pra eu estar pronta pra finalmente seguir o Plano A. 

Mais um vez, muito obrigada aos meus, que me apoiam, me aguentam, me amam e me incentivam de diversas formas estar aqui, vocês são fundamentais pra eu ser quem sou. E assim eu começo mais um capítulo dessa história, estarei aqui com frequência e vamos nos vendo nos comentários, nas conversas,  nos shows e no muito que - se tudo der certo - vem por aí.

Feliz em estar de volta e pronta pra fazer acontecer. 

Com todo meu amor e carinho, 

Luiza Melo


01 janeiro 2025

Feliz 2025, feliz ano do amor.

01 janeiro 2025
1/365 

Bem vindo 2025 

Que esse seja um ano de vivermos o amor: 
amor próprio, amor aos que estão próximos e amor para com o próximo. Que possamos celebrar as nossas conquistas e realizações e aprender a ver o copo mais cheio do que vazio. 

2025, venha com calma, suave como uma brisa de praia no fim de tarde enquanto admiramos o por do sol. 

2025, traga coisas boas nos seus movimentos, traga novos sonhos, grandes realizações e a lembrança diária de que nós somos movidos pelo amor. 

Feliz 2025. Feliz ano do amor 💕

Confira também